


LeCool, Novembro 2007

LeCool, Novembro 2007

LeCool, Outubro 2007




Única, 13 de Outubro de 2007, Expresso

LeCool, Outubro 2007

LeCool, Outubro 2007

LeCool, Julho 2007

LeCool, Julho 2007

LeCool, Julho 2007

LeCool, Julho 2007

Agenda Lx, Agosto 2007

LxJovem, Julho 2007

Myguide.pt, Julho 2007
Primeiro ano da Associação Bacalhoeiro “extremamente positivo” Festa na associação Bacalhoeiro em Lisboa
A associação cultural sem fins lucrativos Bacalhoeiro abriu as portas há um ano na Baixa lisboeta e para assinalar 365 dias “extremamente positivos” vai realizar hoje uma festa no Jardim das Palmeiras, no Campo das Cebolas.
“Foi um primeiro ano extremamente positivo. Cerca de seis mil pessoas frequentaram a associação durante este ano”, contou à agência Lusa Francesco Russo, um dos mentores da Bacalhoeiro.
A associação abriu portas a 01 de Setembro de 2006 na rua dos Bacalhoeiros e tem levado à Baixa espectáculos “alternativos” de teatro, música e dança, e ateliês de aprendizagem destinados a um público jovem. Num ano de actividades, a associação lançou vários projectos, entre eles a passagem da associação para fora de portas.
Desde 12 de Julho que o Bacalhoeiro “ocupa” o Jardim das Palmeiras, no Campo das Cebolas, com um palco, uma esplanada, feiras temáticas a programação do espaço da rua dos Bacalhoeiros. “O Verão na rua tem tido sucesso, apesar de ser um projecto embrionário, é a base para no próximo ano voltarmos à rua, mas com mais apoios. Este ano montámos o projecto com os nossos próprios meios e a ajuda da junta de freguesia da Sé”, disse Francesco Russo.
A associação participa em projectos da UE e é através deles que recebe voluntários interessados em trabalhar na Bacalhoeiro.
“Recebemos cerca de 15 a 20 curriculums por dia de europeus interessados em vir para cá”, contou.
Na festa no Jardim, que começa por volta das 18h00 e é aberta a quem quiser participar, vai ser lançado o número zero da “Fanzine” da associação cultural.
----------
A saber
Mais coisas
Até 17 de Setembro haverá no Jardim das Palmeiras jantar vegetariano (terças-feiras), aulas abertas de danças do mundo (quartas-feiras), ‘performances’ (quintas-feiras), sessões de ‘chill-out’ ao pôr-do-sol com a participação de vários DJ’s convidados (sextas-feiras), espectáculos (sábados) e concertos acústicos (domingos).
in Primeiro de Janeiro, Julho 2007
A partir de quinta-feira e até 16 de Setembro, haverá cinema ao ar livre com jantar vegetariano (todas as terças-feiras), aulas abertas de danças do mundo (quartas-feiras), 'performances' (quintas-feiras), sessões de 'chill-out' ao pôr-do-sol com a participação de vários DJ's convidados (sextas-feiras), espectáculos (sábados) e concertos acústicos (domingos).
As actividades que decorrerem durante estes dois meses serão todas gratuitas, tal como as que têm vindo a ser organizadas na associação, na rua dos Bacalhoeiros, no último ano.
Quinta-feira, às 22h00, haverá uma sessão de cinema mudo com música ao vivo.
Para marcar o primeiro dia no Jardim das Palmeiras, os responsáveis pela Bacalhoeiro escolheram filmes do cinema experimental dos anos 40, Um Cão Andaluz, de Luis Buñuel e Salvador Dali e At Land de Maya Dern., para serem musicados por Johannes Krieger e convidados.
No dia 01 de Setembro faz um ano que esta associação, sem fins lucrativos, abriu portas na baixa de Lisboa, cidade que precisava de «um sítio assim», com espectáculos «alternativos» de teatro, música e dança, e ateliês de aprendizagem destinados a um público jovem.
Para assinalar a data a Bacalhoeiro vai, revelou Pedro Fidalgo à agência Lusa, fazer uma «grande festa» no Jardim, em que irão aproveitar para lançar o número zero da «fanzine» da associação cultural.
«Será o número de teste de uma 'revista' gratuita mensal que terá rubricas fixas e espaços abertos para textos e trabalhos gráficos sobre várias áreas. Será mais um desdobrável, que num dos lados terá um trabalho gráfico que será um 'poster'' contou Pedro Fidalgo à Lusa.
Sol e Destak, Julho 2007

LeCool, junho 2007

LeCool, Junho 2007

LeCool, Junho 2007

LeCool, Junho 2007

LeCool, Maio 2007

LeCool, Maio 2007

LeCool, Abril 2007

LeCool, Abril 2007

LeCool, Abril 2007

‘‘Já são sócios?’’, pergunta Laura, com o seu sotaque italiano, a quem entra na casa pombalina. Se o nome é bem português, são muitas as línguas que se falam nesta associação, activa desde Setembro. Línguas e linguagens: das artes plásticas à dança marroquina, do cinema ao bodypainting, da fotografia ao forró…
Os idiomas do espaço são um espelho dos seus mentores. O português Pedro Fidalgo, de 32 anos, dedica-se aos audiovisuais. Também portuguesa, Cátia Santos, é actriz. Francesco Russo, 28, é italiano e está ligado a projectos de produção cultural. A espanhola Núria, com 25, dá aulas da sua língua e, por fim, Martina, a mais nova, 23 anos, vem de Barcelona e é formada em Belas-Artes.
Mas não são só os que dirigem O Bacalhoeiro que contribuem para a sua dinâmica. Conforme Francesco explica, há muitos autores que os procuram para mostrar os seus trabalhos, sem eco nos grandes meios de divulgação. Ali não há projectos rejeitados. ‘‘Tem sido superintenso: uma semana aqui parece um mês. Hoje, abrimos o correio e tínhamos mais três propostas’’, comenta Martina.
Os frequentadores do Bacalhoeiro acomodam-se nos aveludados sofás, ouvem música, conversam. Graziella Silva, brasileira de passagem por Lisboa, aproveita a rede wireless gratuita para navegar na Internet. A socióloga aprecia a programação eclética do lugar mas também o seu ar ‘‘bem relaxado’’. Essa é a grande vitória de Francesco: ‘‘Gosto de ver que as pessoas aqui se sentem como na sala de estar da sua casa.’’
VISÃO, 12 de Abril 2007.

LeCool, Março 2007

movimentoacordalisboa.com, Fevereiro 2007

LeCool, Fevereiro 2007

LeCool, Fevereiro 2007

LeCool, Janeiro 2007

LeCool, Janeiro 2007

LeCool, Janeiro 2007

LeCool, Janeiro 2007

LeCool, Dezembro 2006

LeCool, Dezembro 2006

LeCool, Dezembro 2006

LeCool, Dezembro 2006

LeCool, Novembro 2006

LeCool, Outubro 2006

LeCool, Outubro 2006

LeCool, Outubro 2006

ecultura.sapo.pt, Setembro.

A Associação Bacalhoeiro constituiu-se sem fins lucrativos e adoptou o Segundo andar da rua com o mesmo nome para dinamizar a baixa pombalina. Teatro, música, ‘’performances, artes visuais, instalações e até programação dedicada às crianças são as apostas.
A baixa pombalina é tida não raras vezes como uma zona em franco decrescimento. Se o comercio e as esplanadas chamam turistas no Verão e transeuntes em busca dos melhores saldos, a noite traz consigo o vazio, para o qual contribui um envelhecimento acentuado da população moradora.
Para revitalizar esta área histórica da cidade, o novo espaço cultural Bacalhoeiro, apoiado na associação com o mesmo nome, apresenta uma programação virada para o teatro, poesia, música, instalações, performances e artes visuais. O objectivo passa por realizar cruzamentos de workshops de aprendizagem com movimentações a acontecerem simultanemanete.
Em Setembro, o segundo andar do número 125 da Rua dos Bacalhoeiros, de onde é retirado o nome desta associação, abre as portas e sempre com entrada gratuita. Todas as Sextas-feiras, há documentarios num ciclo dedicado à revolução. 25 de Abril Aventura Demokrática, de Edgar Pêra, Kuxa Kanema, de Margarida Cardoso, Um Outro País, de Sérgio Tréfaut, Bom Povo Português, de Rui Simões e um filme de Patricio Guzman, ainda por confirmar, serão exibidos. Todos os realizadores estarão presentes.
Hoje, é inaugurada uma exposição de fotografia de Sérgio Schiamarella às 20 horas. Amanhã, às 22 horas o projecto de hip hop Move&Mente apresenta-se ao lado de Chullage e Lucky. Uma semana depois é exibido Metrópolis, de Fritz Lang, numa performance de cinema mudo com música a vivo. Sábado, 16 de Setembro é a vez de uma instalação de Luquedebano Afonso com o título Um Karma no Quotidiano.
Entre 23 e 30 de Setembro, As Três Marias, em regime café teatro, conta uma tragédia hilariante em três actos. Esta é a história de três mulheres à espera de homens que nunca viram. Depois, há ainda os Domingos Acústicos onde se realizam experiências que vão da música clássica ao jazz, sempre com a corrente desligada.
Também as crianças têm direito a um pouco de atenção no Bacalhoeiro. Entre 10 e 24 de Setembro, aos domingos, pelas 17 horas, há teatro de marionetas na peça ‘’A Menina Que Queria Ser Bobo Da Corte’’, para maiores de 4 anos. Este é um conto em que a menina Princesa, filha dos Reis, deseja ser Bobo da Corte sem receber anuência dos seus pais. Um dia, o seu pai decidiu fazer um concurso para escolher o Bobo da Corte e a vitória sorriu à sua filha para espanto da família. Depois de algumas reticências, a menina Princesa conseguiu concretizar o seu sonho de criança.
Entre 3 e 17 de Setembro, há filmes de animação para todas as idades com a poeira de sonhos das produções Lardux.
6a, 11-09-2006

Situado numa zona a pedir vida nova, a Baixa, este espaço de interacção cultural propõe para o mês de Setembro uma programação ambiciosa que começa no dia 1 com a inauguração da exposição de fotografia de Sérgio Schiamarella e que continua por aí fora recheada de espectáculos. Assim, na rúbrica Documentários às Sextas, espaço para ver como tratam o tema da Revolução alguns dos cineastas da nova geração, como Edgar Pêra, Margarida Cardoso ou Sérgio Tréfaut (22h). Os Sábados são dias reservados à performance, com propostas que vão do hip-hop ao cinema mudo ou ao
café- teatro. A música é contemplada nos Domingos Acústicos, dia igualmente reservado às crianças, que este mês podem ver (de 10 a 24, às 17h) teatro de marionetas com ‘’A Menina que Queria Ser Bobo da Corte’’.
Agenda Lx, Setembro 2006

LeCool, Setembro 2006

Debruçada à janela do número 125 da Rua dos Bacalhoeiros,
Eleonora Pellejero, uma escritora argentina
de olhar perfurante, causa a primeira impressão em quem,
nesse dia, visitou a nova associação cultural O Bacalhoeiro.
O nome identifica a associação com o espaço que ocupa na Baixa lisboeta,
um duplex em que já esteve instalado um despachante oficial,
e que vai acolher, a partir de Setembro, exposições, teatro,
ateliers de aprendizagem, ciclos de vídeo e espectáculos musicais.
Estará aberto a qualquer iniciativa cultural,
uma vez que não dispõe de produção própria.
Eleonora descreve o sítio como "verdadeiramente polivalente,
notoriamente diferente", Pedro Fidalgo acha-o "charmoso, labiríntico".
Os dois ajudaram a fundar a associação e a escolher a sua morada, que
terá um bar em funcionamento e um ponto de acesso sem fios à Internet.
Pedro Fidalgo refere a dificuldade que existe de encontrar, em Lisboa,
um espaço para instalações artísticas "menos formatadas e mais
vanguardistas" como um dos motivos para a criação do Bacalhoeiro.
"Pretende ser ao mesmo tempo uma galeria de arte e um local de
formação, onde profissionais de todas as artes podem vir trabalhar",
explica o fundador.
Numa pequena sala, Carina (brasileira) e Maria (espanhola) trabalham em
ourivesaria de esmalte, numa das duas oficinas já a funcionar na
associação. "É o nosso espaço de trabalho e é muito funcional", diz
Maria, enquanto pinta os anéis que depois vende no quiosque do Chapitô.
A ideia nasceu há um ano, mas a burocracia e a procura do sítio certo
para alojar o Bacalhoeiro foram adiando a sua concretização. Embora a
ajuda de alguns amigos tenha sido importante, Pedro é rápido a refutar
a sugestão de que a associação é "uma sala de estar para os nossos
amigos".
"A ajuda principal é artística", garante. "São pessoas que, sem serem
sócios, estão ligadas ao projecto de outra maneira e que ajudam a
rechear a sua programação".
Eleonora Pellejero, de 32 anos, afirma estar ligada à cultura através
da literatura. "O que eu faço é escrever", desabafa. Chegou a publicar
um livro de poesia e um conto infantil na Argentina, mas em Portugal "é
mais difícil". Confessa que também não tem "tentado muito".
Aderiu à ideia do Bacalhoeiro por uma questão de afinidade.
"Interessa-me a possibilidade de estar relacionada com a cultura",
explica.
Pedro Fidalgo, de 34 anos, estudou Antropologia, mas em Paris
interessou-se por edição de vídeo. Antes de fundar o grupo cultural,
integrou durante quatro anos o departamento de produções audiovisuais
do Chapitô.
Pedro situa entre os 18 e os 35 anos o público-alvo do novo espaço, e
adianta que a associação é composta neste momento por amigos e
profissionais do meio das artes. "Não há funcionários públicos",
assegura.
Diário de Notícias, 27-08-2006

